Vista aérea da terra de Wild Roots

As Pessoas por Trás de Wild Roots

Uma visão que começou com uma ruína e um sonho — levada por uma equipa que acredita que os edifícios devem regenerar a terra, não prejudicá-la.

Como Tudo Começou

No início de 2024, Beate e Marco Merkel descobriram uma propriedade em ruínas nas colinas de Vila do Bispo, Algarve. Era o tipo de lugar que muitos ignorariam: uma estrutura a regressar lentamente à terra, rodeada de terreno coberto de vegetação e oliveiras centenárias. Mas Beate e Marco viram algo diferente. Viram potencial. Viram o início de uma prova de conceito viva.

O que os atraiu não foi apenas a ruína em si, mas a pergunta que tornou impossível ignorar: e se construíssemos de forma diferente? E se os edifícios não apenas reduzissem os danos, mas contribuíssem ativamente para a reparação ecológica? E se a arquitetura pudesse armazenar carbono, apoiar a biodiversidade e trabalhar com a terra em vez de contra ela?

A propriedade estende-se por 2,325 hectares dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina — uma paisagem protegida onde cada intervenção deve ser cuidadosamente justificada, medida e monitorizada. Não há atalhos aqui. O solo é fino, o clima é quente e seco, e o equilíbrio ecológico é delicado.

Desde o início, a visão foi além de um projeto privado. Viram a possibilidade de criar um lugar onde a construção regenerativa, a renaturação e o conhecimento ecológico prático pudessem convergir. Paredes de cânhamo-cal que armazenam carbono enquanto respiram com as estações. Sistemas de permacultura que restauram a vida do solo e a biodiversidade. Estratégias de água desenhadas para as chuvas de inverno e longos períodos secos. Um lugar onde arquitetura, agricultura e ecologia não estão em conflito, mas em colaboração.

O Wild Roots não é um resort, nem um refúgio de luxo. É uma prova de conceito, uma iniciativa orientada pela investigação e uma declaração: o futuro da construção não deve forçar uma escolha entre conforto, responsabilidade e inteligência ecológica. Deve reuni-los.

A Equipa

As pessoas que estão a fazer Wild Roots uma realidade.

Marco & Beate Merkel

Fundadores & Iniciadores

A magia foi instantânea. Quando Beate e Marco descobriram a velha ruína, souberam: este lugar é demasiado valioso para uma visão privada. Beate veio do mundo dos seguros para o design em permacultura e sustentabilidade — traz a perspetiva de longo prazo de regeneração e comunidade. Marco vem da computação de alto desempenho e IA — atraído pela permacultura como sistema regenerativo inteligente. Juntos, estão a transformar 2,325 hectares num centro de renaturação, construção regenerativa e conhecimento aberto — para o bem comum.

ARCHIFUSION Logo

Mónia Cardoso

Arquiteta — ARCHIFUSION

Mónia desenhou o nosso plano de construção para integrar a casa na paisagem natural — não sobre ela, mas como parte dela. O seu conceito funde a construção em cânhamo-cal com os contornos do terreno, maximizando a regulação climática passiva e minimizando o impacto visual. Arquitetura como diálogo com a natureza, não contra ela.

archifusion.pt

Rede em Crescimento

Investigação & Parcerias

Tudo começou. De investigadores universitários a agricultores locais, de rangers do ICNF a fornecedores de cânhamo — o Wild Roots liga conhecimento à prática. A nossa rede está a crescer, e cada voz fortalece o todo.

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Os Nossos Valores

Os princípios que guiam todas as decisões em Wild Roots.

Zero Compromisso nos Factos

Cada afirmação neste website é verificável. Medimos, documentamos, provamos. O nosso centro de dados é público. A nossa metodologia é transparente. Não fazemos promessas que não possamos apoiar com evidências.

Natureza em Primeiro Lugar

Não construímos sobre a natureza. Construímos com ela. Cânhamo-cal captura CO₂. Permacultura regenera o solo. Água flui com a terra, não contra ela. Cada decisão é filtrada através de uma única pergunta: Isto cura ou prejudica?

Conhecimento Aberto

Os nossos dados são abertos. As nossas ferramentas são livres. A nossa investigação é partilhada. Acreditamos que as soluções para a quebra climática não virão de segredos proprietários ou jardins murados. Virão de comunidades que aprendem juntas.

A Nossa Jornada

Marcos importantes na história do Wild Roots.

Q4 2024

Aquisição do Terreno

Compra concluída por Escritura a 6 de novembro de 2024. Um terreno de 2,325 hectares em Vale do Paço com uma ruína de 206 m² anterior a 1951 — a base de tudo o que se segue.

Q1–Q2 2025

Consultas Preliminares

Reuniões com a Câmara Municipal de Vila do Bispo, CCDR Algarve e ICNF. Estudo prévio arquitetónico concluído pela ARCHIFUSION. Levantamentos e avaliação ecológica de base.

Q3–Q4 2025

Requerimentos Formais

Submissão do pedido de reclassificação RAN e licença de construção ao abrigo do DL 10/2024 Simplex. Avaliação de impacto ambiental e análise de compatibilidade Natura 2000.

Q2–Q3 2026

Aguardar Decisão

Licença de construção e reclassificação RAN em análise pela Câmara de Vila do Bispo, CCDR Algarve e DGADR/DGT. Website lançado como documentação pública da missão científica e ecológica. Estamos aqui.

Q4 2026 – 2027

Fase de Construção

Após aprovação: reconstrução da ruína existente com princípios de design bioclimático, desenvolvimento da infraestrutura de permacultura e lançamento do programa de monitorização ecológica.

Quer fazer parte desta jornada?

Wild Roots é mais do que um projecto de construção. É um convite para pensar de forma diferente sobre como vivemos nesta terra. Quer esteja interessado na nossa investigação, nas nossas ferramentas, ou simplesmente queira manter-se atualizado — adoraríamos ouvi-lo.

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